A importância de um plano de saúde para gestantes

A importância de um plano de saúde para gestantes

A gestação é um dos momentos mais importantes e especiais na vida das mulheres, e de seus companheiros, é claro. Essa é uma fase muito delicada e demanda cuidados especiais para garantir à gestante uma gravidez e parto tranquilos e que a criança nasça saudável.

Quando o assunto é gestação, tudo se resume em uma única palavra, planejamento. O planejamento pode ser entendido como um preparo antecipado, com intuito de tornar realidade um objetivo no futuro. No caso da gravidez, a contratação de um plano de saúde deve fazer parte desse planejamento, de modo a preservar a saúde da gestante e do bebê em desenvolvimento.

Durante o período de gestação, as visitas ao médico se tornam frequentes. A gestante precisa fazer um acompanhamento constante e diversos exames. Esses procedimentos, apesar de importantes, são extremamente caros se forem realizados de forma particular.

O SUS (Sistema Único de Saúde) é uma opção sem custos, mas infelizmente muito deficiente, podendo levar de semanas a meses para se conseguir uma consulta. Além da dificuldade para fazer o pré-natal, no SUS, a gestante normalmente não tem a opção de escolher o médico que fará seu parto, e dificilmente pode escolher o tipo de parto.

Com base nisso, podemos afirmar que o mais indicado para uma gestão tranquila para o casal e segura para a gestante e seu bebê, é a contratação de um convênio médico.

A importância do pré-natal

O pré-natal é o processo de acompanhamento da evolução da gestação, juntamente com a realização de uma série de exames, com intuito de assegurar a saúde do bebê e da gestante. Imprescindível para todas as gestantes, o pré-natal deve acompanhar toda a gestação, prevenindo, diagnosticando precocemente e tratando doenças que podem afetar a futura mamãe e/ou o desenvolvimento do feto, e devido a isso deve ser iniciado logo que a gravidez for descoberta.

Plano de saúde para gestantes

A primeira coisa a se pensar na hora de escolher o plano de saúde é qual o tipo de cobertura será contratada, pois cada plano tem suas peculiaridades:

  • plano ambulatorial (consultas, exames e tratamentos)
  • plano hospitalar sem obstetrícia (internações e procedimentos hospitalares)
  • plano hospitalar com obstetrícia (pré-natal, parto e puerpério)
  • plano referência (combina as coberturas: ambulatorial + hospitalar + obstetrícia)

Algumas operadas montam planos personalizados, combinando tipos de cobertura. A melhor opção é adquirir um plano que cubra o atendimento ambulatorial e hospitalar com obstetrícia: consultas, exames, internações, parto, etc.

De acordo com a Lei 9.656/98 (Lei dos Planos de Saúde), estipulada pela a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), a carência máxima que as operadoras de planos de saúde podem exigir para o parto é de 300 dias. Isso significa que a contratação do plano de saúde para a gestante deve ser realizada pelo menos 2 meses antes do início da gestação, para que dessa forma o parto possa ser realizado utilizando a cobertura do plano.

Entretanto, em casos de urgência ou emergência, as operadoras são obrigadas pela lei a cobrir o parto, mesmo que a gestante ainda não tenha cumprido o período da carência.

Outro grande diferencial do plano de saúde é que nos primeiros 30 dias de vida do bebê, ele pode receber todo o atendimento médico que precisar utilizando o convênio médico da mãe, que ainda pode incluir o recém-nascido em seu plano de saúde como dependente, e se o fizer em até 30 dias contados a partir do dia do nascimento do bebê, ele não precisará cumprir o período de carência.

Conclusão:

Para os casais que planejam uma gravidez, ou mesmo para as futuras mamães que já estão grávidas, a contratação de um plano de saúde é a melhor opção para preservar a saúde da gestante e do bebê, garantindo uma gestação sem complicações, tranquila e mágica.